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segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

PF continua à procura de empresário envolvido em desvio no transporte escolar em Roraima

Empresário é marido da deputada eleita Ione Pedroso (SD), que já está presa. Eles foram alvos de operação contra desvio milionário em contratos de transporte com o governo.
Deputada eleita e o marido, que está foragido, José Wallace da Silva, são apontados como donos da firma investigada  — Foto: Reprodução/Facebook/Ione Pedroso

Deputada eleita e o marido, que está foragido, José Wallace da Silva, são apontados como donos da firma investigada — Foto: Reprodução/Facebook/Ione Pedroso

A Polícia Federal ainda está em busca do empresário José Wallace Barbosa da Silva nesta segunda-feira (17). Ele teve a prisão preventiva decretada pela Justiça Federal no âmbito da operação Zaragata, deflagrada na sexta-feira (14) em Boa Vista.

Wallace é apontado como dono da firma Diamond, que mantinha contratos de transporte escolar fraudulentos com o estado. Ele é marido da deputada eleita Ione Pedrosa (SD), também sócia da firma. Ela foi presa na sexta e levada à Cadeia Pública Feminina.

A reportagem tenta contato com a defesa do empresário José Wallace.

De acordo com a polícia, os envolvidos no esquema de desvio falsificavam documentos de prestação de serviços e licitações. Em só um dos contratos investigados, orçado em R$ 78 milhões, os pagamentos irregulares a Diamond chegavam a R$ 50 milhões.

A PF descobriu ainda nas investigações 72% das rotas que a firma deveria fazer já eram cobertas por outras empresas contratadas pelo estado e, mesmo assim, ela era priorizada pelo governo na hora de receber os pagamentos.

Entre os envolvidos no esquema também estão os ex-secretários da Fazenda Aline Karla de Oliveira e Shiská Pereira - que já estava preso por envolvimento em desvio na merenda escolar - servidores públicos e empresários.

Segundo as investigações, empresas responsáveis pelo transporte também eram obrigadas a repassar até 15% do valor das faturas em propina para conseguirem ser pagas pelo governo.

As investigações começaram em agosto para apurar contratações emergenciais do governo por meio de dispensa de licitação com recursos do Fundeb.

A Controladoria Geral da União, o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público de Roraima (MPRR) atuaram em conjunto nas investigações da PF.

Fonte: G1 RR

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